Na época da interdição, o presídio contava com 5.074 presos. De acordo com a juíza, o sistema de abastecimento de água para os pavilhões do presídio entrou em colapso, o que, prevê Adriana, tende a se repetir no verão. O esgoto também não foi consertado e as instalações da nova cozinha não foram finalizadas.
A juíza observou, ainda, que em 17 de novembro, o Central tinha 5.274 presos e, ontem, 5.292, confirmando que, mesmo com a interdição parcial, a população carcerária cresceu, em mais de 200 presos, em 40 dias. Adriana reforçou estar apenas tornando efetiva uma decisão anterior, transitada em julgado em 1995 e até hoje descumprida, no sentido de que só os presos em flagrante ou com medida cautelar sejam admitidos no estabelecimento.