O titular da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe), Gelson Treisleben, lembra que outros estados já trabalham desta forma. Treisleben garante que a administração do presídio será feita pelo Estado. De acordo com o gestor, os 160 trabalhadores devem atuar por um período de seis meses.
Segundo o superintendente, depois desse período inicial, a ideia é que os seguranças do Instituto Nacional de Administração Prisional (Inap) sejam substituídos por servidores do Estado que serão contratados através de concurso público. A casa terá 529 vagas para presidiários. O custo por preso será de R$ 2,7 mil por mês. O diretor do Sindicato dos Servidores da Susepe (Amapergs), Cristiano Fortes, é contrário à medida. Ele alega que é um desserviço à sociedade.