Polícia

Presa mulher suspeita de participar de morte de jovem que teve corpo carbonizado

Thiellen da Cruz Fernandes, 19 anos, desapareceu em outubro em Canoas e foi encontrada morta em Gravataí

Thielle Fernandes, de 19 anos
Thielle Fernandes, de 19 anos Foto : Polícia Civil / Divulgação / CP
A Delegacia de Homícidios de Gravataí prendeu, no sábado, uma mulher de 35 anos suspeita de participar da morte de Thiellen da Cruz Fernandes, de 19. A jovem desapareceu no início de outubro em Canoas e seu corpo foi encontrado carbonizado em Gravataí. A mulher presa tem antecedentes criminais por tráfico de drogas, furto, ameaça e danos.

Thiellen desapareceu em 5 de outubro, após chamar um transporte por aplicativo. Ela iria até a casa de uma amiga, para preparem currículos em busca de emprego. Em 8 de outubro, três dias após a jovem desaparecer, um corpo foi encontrado carbonizado em Gravataí. Somente no fim do mês, após exames genéticos realizados pelo Departamento Médico Legal, foi compravado que era a jovem desaparecida.

De acordo com o delegado Felipe Borba, além damulher, outros dois homens - suspeitos também de participar do crime - foram presos durante ação da Polícia Civil, logo após o crime. O trio teria executado também Jeremias da Silva Felippe, de 22. "Não se pode adiantar outros dados, para não prejudicar o prosseguimento da investigação", ressalta Borba.

A investigação apontou que Thiellen estaria envolvida com o tráfico de drogas e teria sido repreendida e morta por estar se relacionando com Jeremias, que trabalhava de motoboy em lancheria vinculada a uma facção criminosa rival, em Gravataí.

O estopim para a morte dos dois  em 7 de outobro ocorreu quando Thiellen apareceu no ponto de tráfico acompanhada de Jeremias. Ele foi morto a tiros e, em seguida, Thiellen foi levada até outro local. Ela foi morta por asfixia. Depois teve o corpo queimado.

Quem quiser contribuir com a investigação pode entrar em contato com a delegacia pelo telefone (51) 3945- 2741 ou mandar mensagem pelo WhatsApp para o número 98608-8876. A Polícia Civil garante anonimato.