A psicóloga de 36 anos é suspeita de ter encomendado a morte do bancário de 46 anos. O motivo teria sido um seguro de vida feito em nome da noiva pelo coordenador de produtos e serviços do banco Sicredi no valor de R$ 2 milhões.
A mulher estava respondendo ao processo em liberdade provisória. Ela foi presa em outubro e liberada duas semanas depois. Nas próximas horas, a psicóloga deve retornar ao presídio feminino Madre Pelletier.
A investigação concluiu que o crime – ocorrido em 3 de maio – teria como motivação a busca de dinheiro ou vingança e o assassinato teria sido planejado com um mês de antecedência. O corpo do bancário foi encontrado por um agente da Polícia Civil enrolado em um tapete e com as mãos e pés amarrados com um fio. Dois dias depois, a Brigada Militar encontrou, na zona Norte de Porto Alegre, o veículo Siena roubado da casa do bancário.