Além do apartamento, policiais vistoriaram outras quatro casas em Porto Alegre e em Cachoeirinha pela manhã, onde foram apreendidos objetos como instrumentos cirúrgicos – o que sugere, segundo Guns, a prática de aborto. O delegado informou ter solicitado à Justiça a prisão dos integrantes da quadrilha, mas o pedido foi negado.
A suspeita da polícia é de que a mulher detida hoje tenha relação com uma quadrilha desarticulada em abril, na Capital, após a morte de uma jovem de 25 anos no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas. A grávida morreu por complicações de uma curetagem (procedimento para retirar material placentário do útero com o auxílio de um instrumento denominado cureta). Na ocasião, a polícia fechou uma clínica na rua Otávio Rocha.