Na manhã dessa quinta-feira, veio a público uma força-tarefa da Polícia Federal, do Ministério Público e do Ministério Público de Contas que investiga desvios de recursos da área de marketing com prejuízo ao Banrisul. Suposta organização criminosa, integrada por um alto funcionário do banco, diretores de agências de publicidade e prestadores de serviços, pode ter lesado a instituição em mais de R$ 10 milhões nos últimos 18 meses.
O esquema se daria através de superfaturamento na produção de ações de marketing contratadas junto a agências que terceirizavam o serviço para empresas que, por sua vez, subcontratavam os reais executores a preços muito menores do que os cobrados do banco.
O vice-presidente da instituição, Rubens Bordini, garantiu que se existir alguma irregularidade, será apurada nos mínimos detalhes. Conforme ele, as agências de publicidade que atuam no banco foram licitadas de forma transparente, e que os trabalhos eram tratados entre as agências e a diretoria do banco.
Hoje à tarde a governadora Yeda Crusius fará coletiva para divulgar os primeiros dados da investigação da força-tarefa que apura as irregularidades.