A operação, que reuniu cerca de 200 agentes, foi realizada nas cidades de Antônio João, Caracol, Jardim, Porto Murtinho, Campo Grande, Eldorado e Brasilândia, além de Brasília e Umuarama, no Paraná. De acordo com as investigações, os policiais militares ajustavam o pagamento de "propina" para permitir a passagem de carregamentos de cigarros, que obrigatoriamente passam por Porto Murtinho, Bela Vista, Jardim, Sidrolândia e Campo Grande, rota dos contrabandistas vindos do Paraguai, com destino a outros Estados.
Participaram da operação o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) e o Comando da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, com auxílio do Núcleo de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal (NUREP).