Um dos delegados responsáveis pela operação, Cleber Ferreira, afirmou que o trabalho da Polícia Civil foi feito em sigilo para garantir o sucesso da ofensiva, realizada na zonas Norte e Leste da Capital. Cinquenta e sete veículos foram apreendidos. Além do ex-comparsa de Seco, apelidado de Milico, os policiais prenderam outras 16 pessoas. A operação teve o auxílio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
Seco, condenado a 21 anos de prisão em junho de 2012, foi considerado um dos maiores assaltantes de banco do Rio Grande do Sul. O ex-comparsa preso pela Polícia Civil estava foragido do sistema prisional e a identidade não foi revelada.