Polícia

Preso mais um acusado da morte de anglicana no Centro de Porto Alegre

Cinco pessoas foram denunciadas pela morte da mulher

Mais um dos cinco acusados da morte da anglicana Ilza Lima Duarte, em 15 de fevereiro de 2008, na capital, foi preso. Paulo Giovani da Silva, 36 anos, porteiro do prédio em que morava a aposentada, no Centro de Porto Alegre, era considerado foragido e se apresentou nesta tarde, na Delegacia de Capturas do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC).

O casal Roberto Petri Homrich, 48 anos, professor da Ufrgs, e a mulher dele, Maria Fernanda Corrêa Homrich, 48, presos na semana passada, foram liberados por força de liminar. Continua preso o auxiliar de serviços gerais do prédio em que morava a anglicana, Pablo Miguel Scher, 32 anos. Não foi solicitada a prisão da esposa dele.

As cinco pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil e denunciadas pelo Ministério Público do Estado por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe – financeiro; meio cruel – estrangulamento; e que dificultou a defesa da vítima – mulher tinha 77 anos). A motivação do crime conforme a polícia, foi econômica. A anglicana teria prometido um dos cinco imóveis que possuía aos casais Homrich e Scher.

Já o executor teria recebido R$ 500 pela morte. A vítima foi induzida a fazer uma declaração de próprio punho informando a doação meses antes do crime, conforme a investigação.

Os bens da mulher continuam bloqueados até o final do processo, que deve terminar em dezembro, conforme estimativa do Ministério Público do Estado.