De acordo com a titular da 1ª Delegacia de Polícia (DP) do município, delegada Daniela Borba, que coordenou a operação, José Leonel da Silva Jardim, de 42 anos, era motorista de Josiane e tinha um relacionamento com a vítima, que era casada. Segundo as investigações, a mulher tentou romper a relação e, inconformado, Jardim cometeu o crime.
Provas obtidas pela perícia mostraram que o tacógrafo do automóvel registrou, ao contrário do que o homem havia declarado à polícia, que no dia em que Josiane desapareceu Jardim andou 11 quilômetros a mais que o habitual. O corpo da mulher só foi identificado oficialmente depois da análise do DNA da arcada dentária. Ela era funcionária pública da prefeitura de Candiota e desapareceu no trajeto até uma parada de ônibus para ir ao trabalho.