Na noite de 13 de abril, a casa da defensora foi alvejada com 10 tiros de calibre 32 por dois homens encapuzados. A principal suspeita é de que o atentado esteja vinculado a um processo representado pela vítima desde o ano passado. A PF decidiu manter o investigado detido até o final da execução trabalhista.
O presidente da OAB, Claudio Lamachia, designou o advogado Daniel Barreto para acompanhar, em caráter emergencial, a apuração do caso. O dirigente pediu informações ao delegado da Polícia Civil Ives Trindade e entrou em contato com o chefe de Polícia Ranolfo Vieira Jr. para relatar a situação e requerer proteção especial à advogada.
Conforme o presidente da OAB de Caxias do Sul, Marcelo Grazziotin, foi o primeiro caso de atentado cometido contra representantes da classe na cidade.