Polícia

Preso terceiro suspeito de morte de empresária em São Leopoldo

Mulher que também teria participado do crime está foragida

A Polícia Civil de São Leopoldo prendeu, na manhã desta segunda-feira, um homem de 29 anos que estaria envolvido na morte da empresária Janice Madalena Schneider, de 37 anos, ocorrida em 25 de fevereiro. O suspeito, que teve prisão preventiva decretada na quinta-feira, foi localizado em seu local de trabalho, no bairro Campina. Ele será ouvido na 2ª Delegacia de Polícia pelo delegado Adriano Nonnmancher e, após, encaminhado à Penitenciária Modulada de Montenegro. O homem é oriundo do Pernambuco e já possui antecedentes por tráfico de drogas, realizado em Recife.

No dia 2 de abril, a 1ª Vara Criminal de São Leopoldo protocolou denúncia contra quatro pessoas suspeitas de envolvimento no assassinato. O homem preso hojedeve ser indiciado por roubo, formação de quadrilha e ocultação de cadáver. Conforme o delegado, ele ajudou a planejar o crime, a vigiar a vítima enquanto permaneceu em cativeiro e a esconder o corpo. Um casal já havia sido preso no dia 4 de março, em Pernambuco, após fugirem. Eles foram indiciados por homicídio qualificado por motivo torpe, em função de vingança, já que a mulher foi demitida da creche da empresária onde trabalhava.

Uma quarta envolvida, de 42 anos, que já teve prisão preventiva decretada, é procurada pela polícia. Ela, que teria trabalhado como cozinheira na creche da vítima, teria auxiliado no planejamento e na execução do crime. A suspeita já é considerada foragida, pois se mudou do endereço fornecido à polícia sem ter comunicado, conforme Nonnmancher.

No dia 23 de fevereiro, Janice sacou R$ 9 mil do banco para pagar os funcionários de sua creche. Quando retornava para a empresa, se deparou com a ex-funcionária, que lhe pediu carona. Em outro ponto do trajeto, o companheiro dela também entrou no veículo. A dupla teria ameaçado a vítima e a levado até a casa deles. Lá, fizeram a empresária ligar para a sócia e dizer que estaria indo para uma reunião. Após dois dias, depois de receber denúncia anônima, a polícia encontrou o corpo, que estava enrolado em um cobertor embaixo da cama do quarto dos filhos da mentora do crime.

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