De acordo com o delegado Rodrigo Zucco, o grupo se organizava como um “consórcio” que trabalhava com funções bem distintas. Os carros eram roubados em assaltos à mão armada, geralmente a empresários, e, depois, desmanchados ou clonados e repassados a outros criminosos para utilização em crimes, como roubos a bancos e estabelecimentos comerciais.
Foram apreendidos, nesta operação, um Citroen-C3 clonado, um GM-Agile e um Nissan Tiida, que estava sendo desmanchado. Segundo o delegado, novas investigações serão feitas para identificar as pessoas que adulteravam e produziam documentos para os veículos clonados.