O dinheiro arrecadado vai para o Fundo Estadual de Políticas Antidrogas e deverá ser investido em prevenção contra a violência, equipamentos para as polícias Civil e Militar, além de uma parcela destinada a programas de saúde.
Para o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Fabiano Pereira, trata-se de um “contraveneno”, mencionou. Na avaliação do secretário, a ação recupera recursos em benefício social enquanto desonera o Estado de pagar o armazenamento dos objetos, “que muitas vezes apodreciam em depósitos pagos com dinheiro público”, explicou.
Só num destes casos, o Estado paga R$ 9,00 ao dia por cada carro guardado em um estacionamento, em Pelotas.