Sobre uma possível relação entre o fato ocorrido no domingo e a morte de três pessoas na Lomba do Pinheiro, crime também ligado ao tráfico de drogas, o delegado Raldi descarta relação entre as chacinas. Ele afirma que até mesmo o modus operandi dos matadores foi diferente. A menina baleada no ataque na madrugada de domingo, segue em estado grave, na UTI do Hospital Cristo Redentor.
Primeiros depoimentos sobre chacina no Morro Santana devem ocorrer nesta semana
Delegado afirma que já tem suspeitos e descarta ligação com outro crime ocorrido na Lomba do Pinheiro
No primeiro dia de investigações após o assassinato de quatro pessoas no Morro Santana, zona Leste da Capital, os agentes da Delegacia de Homicídios buscam identificar familiares e demais testemunhas que possam esclarecer a chacina ocorrida na madrugada de domingo. Conforme o delegado Arthur Raldi, os depoimentos devem começar nos próximos dias e servirão também para determinar se será necessário pedir proteção aos sobreviventes ou a seus familiares. Ele destaca, contudo, que as crianças que estavam na casa são jovens demais e não terão muito a acrescentar às investigações e revelou que já há suspeitos para o crime.
Sobre uma possível relação entre o fato ocorrido no domingo e a morte de três pessoas na Lomba do Pinheiro, crime também ligado ao tráfico de drogas, o delegado Raldi descarta relação entre as chacinas. Ele afirma que até mesmo o modus operandi dos matadores foi diferente. A menina baleada no ataque na madrugada de domingo, segue em estado grave, na UTI do Hospital Cristo Redentor.
Sobre uma possível relação entre o fato ocorrido no domingo e a morte de três pessoas na Lomba do Pinheiro, crime também ligado ao tráfico de drogas, o delegado Raldi descarta relação entre as chacinas. Ele afirma que até mesmo o modus operandi dos matadores foi diferente. A menina baleada no ataque na madrugada de domingo, segue em estado grave, na UTI do Hospital Cristo Redentor.