A ação é coordenada pelos delegados Ajaribe Rocha Pinto e Carlos Miguel Locks Xavier para cumprimento de sete mandados de prisão temporária e 10 de busca e apreensão na região Metropolitana.
As investigações que deram origem à operação começaram há cerca de 90 dias. Segundo o delegado Pinto, os integrantes do esquema utilizavam Cadastros Nacionais de Pessoa Jurídica (CNPJs) inativos ou em desuso para, através de "laranjas", abrir contas bancárias e fazer financiamentos.
Uma empresa de fabricação de semireboques chegou a ser criada e, por meio de fraudes junto ao Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS), com o registro de documentação falsa para esses utilitários também conseguirem financiamentos.