As vítimas rendidas pelo grupo criminoso afirmaram que os bandidos tinham sotaque "diferente" e que provavelmente seriam de fora do Estado. Conforme depoimento das testemunhas, uma parte dos assaltantes estava de “cara limpa” e os demais usavam toucas ninjas. O bando portava pistolas.
Durante as primeiras diligências sobre o caso, os agentes do Deic foram comunicados da localização do caixa eletrônico do HSBC, com marcas de arrombamento por maçarico, na Morada do Vale II, em Gravataí. O terminal foi encaminhado à perícia do Departamento de Criminalística, na Capital.
O ataque começou quando quatro bandidos invadiram a empresa pelos fundos, surpreendendo e rendendo os vigilantes e, depois, cerca de dez funcionários. As vítimas ficaram trancadas em uma sala. Os portões da fábrica foram abertos para que entrassem uma van e um automóvel, com outros 11 ladrões.
Os criminosos arrombaram o cofre do setor administrativo e financeiro, com auxílio de ferramentas. Depois, arrancaram parte da estrutura de um caixa eletrônico do HSBC. Computadores também foram levado pela quadrilha, além de celulares e dois revólveres calibre 38 dos seguranças. Na fuga, um motorista da empresa que chegava no local foi rendido e levado junto como refém, mas foi libertado mais tarde.