Um prédio desocupado, localizado ao lado do Banco do Brasil da rua Marechal Floriano, em Rio Grande, foi usado como base para a quadrilha que atacou a agência e levou quase R$ 2 milhões. O crime foi descoberto na manhã dessa segunda-feira. Os criminosos entraram na unidade pela porta da frente, desligaram alarmes e câmeras de segurança e arrombaram o cofre com o uso de uma serra elétrica.
Para a polícia, o grupo planejou bem o crime e contou com informações determinantes para o sucesso do ataque, como acessos e disponibilização de repartições dentro do banco. “Não quer dizer que saíram de dentro do banco, mas que tinham informações privilegiadas, tinham”, disse o delegado de Furtos, Roubos e Capturas (Defrec) Ronaldo Coelho.
O equipamento que armazena as imagens internas foi levado na fuga. Não há testemunhas da entrada nem da saída do bando de dentro da unidade. A polícia procura em câmeras instaladas na região alguma imagem que possa contribuir com a investigação. Funcionários da agência e da empresa de segurança que presta serviços para a unidade financeira serão ouvidos nesta quarta-feira.
Outr
A investigação procura descobrir se outros ataques a bancos na região foram protagonizados pela mesma quadrilha. Ele explicou que, há dois anos, uma lotérica foi arrombada com características semelhantes à registrada na ocorrência desta semana. Recentemente, lojas da cidade também foram atacadas e a suspeita é de que o mesmo bando esteja envolvido.
Quadrilha usou prédio vazio em roubo de quase R$ 2 milhões em Rio Grande
Ataque à agência do Banco do Brasil foi descoberto na manhã dessa segunda-feira