Davi Antunes de Oliveira, preso na sexta-feira pela Operação Mercari, deflagrada por uma força-tarefa composta pela Polícia Federal, Ministério Público Estadual e Ministério Público de Contas, é apontado como o operador da suposta fraude milionária. O esquema era realizado no Departamento de Marketing do banco através de contratos superfaturados com empresas de publicidade.
Dos quatro suspeitos, Davi era o único que continuava detido. O advogado dele, José Cássio Rodrigues, alegou que não há motivos para o cliente continuar preso, já que não perturba a instrução criminal e é réu primário. A expecatativa é de que ainda nesta quarta-feira, a Polícia Federal e o Ministério Público definam as datas dos interrogatórios dos suspeitos. Os órgãos seguem analisando documentos e suspostas provas do desvio de recursos.
Na segunda-feira, os três primeiros suspeitos presos foram liberados da carceragem da Polícia Federal gaúcha. O superintendente de Marketing do banco Walney Fehlberg, o representante da agência de publicidade DCS Armando D'Elia Neto e o representante da SLM Gilson Stork, também foram beneficiados com pedidos de liberdade provisória.