A coletiva do Ministério Público, que ocorrerá às 12h desta segunda-feira, pode definir o rumo da instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Os contratos da prefeitura com o Instituto Sollus e com a empresa de Segurança Reação, que para o MP seria o estopim da morte o ex-secretário da Saúde Eliseu Santos, estariam entre os objetos das investigações que pretende realizar a oposição à administração José Fortunatti.
A reunião de líderes que é realizada às quartas-feiras, mas foi antecipada para esta segunda. “Após o anúncio dos promotores, faremos uma reunião da Mesa Diretora para avaliar a gravidade das denúncias”, disse Nelcir Tessaro, presidente do Legislativo.
Na Câmara, os vereadores têm 11 das 12 assinaturas necessárias para abrir uma investigação. Diferentemente da Polícia Civil, que concluiu o inquérito defendendo a tese de que Eliseu Santos foi vítima de latrocínio, o Ministério Público garante que o crime foi encomendado por um ex-assessor do secretário e representantes da empresa de vigilância que teve o contrato rompido com a prefeitura por suspeitas de irregularidades.
Revelações do MP sobre morte de Eliseu Santos podem definir CPI
Vereadores fazem duas reuniões nesta segunda-feira