“Acho que nesta hora você tem que somar todas as forças, não há por que fazer qualquer tipo de análise política. Estamos buscando todo o sistema de informação, estou em contato com o Ministério da Justiça, com os órgãos de inteligência do governo federal, estamos trabalhando juntos. Se houver um recrudescimento, se houver necessidade, nós vamos buscar apoio”, afirmou o governador, em entrevista a um telejornal local.
Colombo também destacou que pela manhã houve uma reunião com os representantes das empresas de transporte coletivo, para discutir a manutenção do serviço com segurança para os trabalhadores e passageiros. Nas regiões com maior índice de ataques, os ônibus continuam sendo escoltados por policiais. Ele também afirmou que a polícia está “equipada e motivada”. “Estamos prontos para cumprir nosso dever.”
Sobre a motivação dos ataques, que incluem queima de ônibus e ataques a postos policiais, o governador admite que uma das possibilidades é que o comando tenha partido de dentro do presídio de São Pedro de Alcântara, mas avalia que também são investigados atos de vandalismo. Colombo afirmou que Santa Catarina é o Estado menos violento do País e “agora é um momento crítico, um momento de desafio e nós estamos prontos pra dar a sociedade toda a segurança”.
Dois novos ataques a ônibus foram registrados nesta quinta-feira. O primeiro foi pela manhã, em Itajaí, e outro, à tarde, em Itapema. Durante a última madrugada foram pelo menos 12 ataques.