O presidente da EPTC, Vanderlei Capellari, disse, no entanto, que os equipamentos estão posicionados de forma que não seria possível identificar criminosos. “Eles têm uma altura bastante elevada para permitir que os operadores possam acompanhar os movimentos do fluxo das vias”, explicou.
A Secretaria da Segurança Pública tem 69 câmeras espalhadas pela Capital. Desse total, 25 estão fora de operação por problemas técnicos. Uma delas é a que está localizada no bairro Floresta, onde ocorram dois assassinatos na semana passada. Já a EPTC, possui 40 equipamentos nos principais cruzamentos da cidade.
A Brigada Militar prometeu intensificar o policiamento no bairro Floresta, após a morte de dois empresários na região em menos de 24 horas. Outros dois crimes ocorreram nas proximidades: os assassinatos do médico Marco Antônio Becker, em dezembro de 2008, e do secretário municipal de Saúde Eliseu Santos, em fevereiro do ano passado.