A segunda possibilidade era de que os explosivos teriam caído da carroceria de um caminhão de alguma empresa que distribui esse tipo de material, conforme denúncia recebida pelo Deic. “O Exército não constatou o transporte deste tipo de carga naquela região”, explicou o delegado Ranolfo Vieira Júnior. Com isso surgiu uma terceira tese: a de que os explosivos eram levados clandestinamente por alguém que, por algum motivo, ficou assustado e descarregou os mesmos no local, que fica na divisa de Carlos Barbosa e Garibaldi, próximo à subestação da Rio Grande Energia (RGE) e da RSC 470.
A data de fabricação nas quatro caixas é o do dia 10 de outubro deste ano. No mesmo dia em que os explosivos foram encontrados, a agência do Bradesco de Garibaldi foi assaltada por uma quadrilha fortemente armada, ficando um vigilante e uma bancária gravemente feridos.