Especificamente no território gaúcho, um dos principais objetivos da ofensiva é reduzir índices de criminalidade como homicídio, latrocínio e roubos. De acordo com o comandante-geral da Brigada Militar, coronel Mario Ikeda, mais de quatro mil PMs gaúchos participaram da Operação Tiradentes até o final da tarde. A ofensiva se estende até as 16h deste sábado. Foram realizadas abordagens de suspeitos, barreiras e demais ações cotidianas da BM.
"A Tiradentes tem demonstrado que será a maior operação policial em nível nacional. No ano passado foi dada a demonstração de que teríamos a capacidade de fazer uma ação ainda maior", ressaltou. Segundo Ikeda, atingir níveis adequados destes índices de criminalidade é um dos focos do Comando Geral da BM. “Queremos que a população se sinta segura”, enfatizou.
O lançamento da Operação Tiradentes II, em Porto Alegre, ocorreu no estacionamento coberto do estádio Beira Rio. No local, 570 PMs estavam reunidos, entre integrantes do 4º RPMon, das Rocams e de diversos batalhões, como o 9º BPM, o 11º BPM e o 1º BPM. Além disso, agentes da Força Nacional e da EPTC participaram do encontro.
O Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias e Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (CNCG) está responsável pela gestão, planejamento, coordenação, compilação e divulgação dos dados e informações relativas aos resultados da 2ª edição da Operação Tiradentes.
Na 1ª edição, realizada entre os dias 20 e 22 de abril de 2017, durante 44 horas: 492 pessoas foram presas, 42 armas foram apreendidas e 46 carros roubados foram recuperados. Na época, a BM realizou mais de 31 mil abordagens e apreendeu 230 veículos.