O comandante ressaltou que já foi definido um plano de emergência com as Forças Armadas. Segundo Simões, só o Exército poderá disponibilizar 14 mil soldados, para a área de segurança, somados a cerca de 300 militares da Força Nacional de Segurança, que atuariam como bombeiros.
Ele criticou as reivindicações atuais por maiores salários, dizendo que o governo do estado tem um plano de médio prazo para aumentar os valores. “Temos um norte de recomposição salarial. Não é razoável que se estipule um valor de R$ 3,5 mil e se ache que o governo estadual tem saúde financeira para isso”, disse. “O que nos agride é que não se pode negociar nada se a condição imposta é a greve”, completou.
Simões classificou de “covardia” a possibilidade de se decretar uma greve às vésperas do carnaval e que lamentará muito se for comprovado interesses políticos por trás do movimento.