Após dois dias do assassinato de Pirata, outro homem foi morto e, cerca de 48 horas mais tarde, uma terceira vítima, conhecida como Miguelzinho, foi baleada e morreu. Nesse mesmo dia, outra pessoa sofreu uma tentativa de homicídio.
Dois dos presos são irmãos de Miguelzinho que, segundo investigações, seria o autor do homicídio de Pirata. “Demos o nome da operação de Dominó, porque estava ocorrendo uma morte atrás da outra”, disse o delegado. Ele afirmou que os presos e as vítimas tinham envolvimento com o tráfico, mas ainda não conseguiu esclarecer se os assassinatos haviam começado por disputas por pontos de venda de drogas.
Armas de grosso calibre foram apreendidas com os suspeitos, entre elas algumas de uso restrito da polícia. Plentz contou que deve verificar a procedência e, através da perícia, poderá comprovar se as mortes foram provocadas por uma dessas armas.
O delegado informou que quatro presos serão encaminhados ao presídio e outros dois, que foram detidos em flagrante por porte de arma, podem ser soltos, após o pagamento de fiança.