Polícia

Servidores da Segurança realizam ato para cobrar posição do Judiciário

Policiais civis e militares paralisaram atividades após descumprimentos de decisões judiciais sobre parcelamentos

Servidores da Segurança realizam ato para cobrar posição do Judiciário
Servidores da Segurança realizam ato para cobrar posição do Judiciário Foto : Ugeirm Sindicato / Divulgação / CP
Servidores da Segurança, que representam ao menos cinco sindicatos, realizam na manhã desta sexta-feira em Porto Alegre um ato contra medidas do governo de José Ivo Sartori e para cobrar uma posição do Judiciário em relação ao descumprimento das decisões judiciais favoráveis aos policiais em relação ao parcelamento de salários. A paralisação irá durar 15 horas e terá uma reunião em frente ao Tribunal de Justiça. 

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Há uma determinação do Tribunal de Justiça que os servidores da segurança não podem receber os salários de forma parcelada e o governo do Estado tem descumprido essa ordem. Por conta da atual situação, a Associação Beneficente Antônio Mendes Filho (Abamf), o Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores da Polícia Civil (Ugeirm), a Associação de servidores da Susepe (Amapergs), o Sindicato dos servidores do Instituto Geral de Perícia (Sindiperícia) e a Associação dos Bombeiros do Rio Grande do Sul (Abergs) organizaram a mobilização. 

Cidades do interior também realizarão atos, no mesmo horário, nos Foros de cada município. Além disso, os serviços prestados pelas entidades que compõem o chamado Bloco da Segurança também serão paralisados ou funcionarão de modo reduzido.

A Brigada Militar, por exemplo, garantiu que apenas vai para as ruas com equipamentos que estejam em condições de uso e dentro do prazo de validade. Já a Polícia Civil deve atender apenas a casos graves ou urgentes. Bombeiros e agentes da Susepe e do IGP também farão a chamada operação-padrão, atendendo apenas a serviços essenciais.