Berneira disse que o ideal é que haja 17 agentes trabalhando em cada módulo, mas agora há apenas três. O presidente da entidade destacou também o sucateamento da infraestrutura, com deficiências em viaturas e até falta de algemas.
A Amapergs projeta que, como o número de funcionários para atender a população carcerária é inexpressivo, a mobilização de amanhã deve ter no máximo 50 pessoas. Segundo Berneira, a superpopulação no presídio levou os detentos a tomar as acomodações dos servidores públicos.
O secretário da Segurança, Airton Michels, disse que o protesto é legítimo. Ele acrescentou que a paralisação é um ato simbólico, que merece atenção do governo. Os agentes também reivindicam reajuste de 25% nos salários.