Por intermédio de escutas telefônicas e quebras de sigilo bancário e fiscal dos envolvidos, policiais civis e militares lotados na Promotoria Especializada Criminal do MP, na Capital, conseguiram identificar o esquema criminoso. Segundo o promotor de Justiça Flávio Duarte, que coordenou os trabalhos, mais de uma dezena de pessoas, junto com proprietários de farmácias, vendiam os medicamentos, em especial inibidores de apetite, além de remédios sem registro na vigilância sanitária, em anúncios de sites e sites de relacionamento.
Na época, o cumprimento de mandados de busca e apreensão, em quatro cidades do Rio Grande do Sul, resultou na apreensão de mais de sete mil comprimidos de medicamentos de uso controlado.