De acordo com o titular da Delegacia de Furto e Roubos de Veículos, delegado Thiago Lacerda, a operação Castor – fruto de um trabalho de investigação de seis meses – foi centralizada em uma quadrilha especializada em roubos de carros. Formado por ao menos oito pessoas, o grupo reunia suspeitos jovens e sem antecedentes criminais. "A sede deles era o bairro Rio Branco e o perfil encontrado no bando era de pessoas com pouca idade e pouca experiência no mundo do crime. São jovens que se aventuraram neste universo em busca do lucro fácil", afirmou em entrevista ao site do Correio do Povo.
Lacerda informou que o nome da ofensiva, Castor, corresponde ao apelido do líder da quadrilha, foragido do sistema prisional desde 2009. "Ele é o único suspeito com mais idade da quadrilha. Era ele quem coordenava e determinava os roubos em Canoas. Além disso, ele aliciou os jovens, chamando-os para o mundo do crime", explicou. Apesar das prisões, Castor segue foragido e não foi encontrado durante a investida da Polícia Civil.
O delegado afirmou que a quadrilha não era conhecida por agir violentamente, embora o seu líder seja o mais perigoso do bando. Cerca de 90 policiais participaram da operação de hoje.