O Sub-comandante do 9º Batalhão Polícia Militar (BPM), em Porto Alegre, Major Jorge Renato Maia, confirmou que havia PMs no parque enquanto os calouros recebiam o trote e competiam para saber quem bebia mais. Ele disse, no entanto, que o papel da polícia nestes casos é acionar o Samu, que deve prestar socorro à vítima.
A gerente do serviço, Rosane Ciconet, garantiu que não houve negligência por parte dos profissionais que fazem a triagem das ligações. Ela explicou que as perguntas feitas a quem aciona o serviço são fáceis e têm como objetivo identificar a gravidade em que se encontra o paciente, como por exemplo, se ele respira, ouve ou está consciente.
Segundo ela, no momento em que foi acionado o Samu, o jovem calouro não estava em estado grave ou que oferecesse riscos a sua vida. A gerente ressaltou que casos de embriaguez são atendidos quando enquadrados como de risco. A sindicância da BM tem até 20 dias para ser concluída.
Na segunda-feira, a UFRGS divulgou uma nota condenando os trotes abusivos.
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