A previsão de iniciar a operação em junho com botão de pânico nos táxis da Capital foi adiada e não há prazo para o serviço começar a operar. Embora a maioria dos táxis já tenha o equipamento instalado, ainda segue pendente uma parceria com a Brigada Militar, que precisa receber o pedido de socorro dentro do Centro Integrado de Comando e Controle (Cicc).
Conforme a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), as tratativas com a BM estão ocorrendo, mas não há nenhum indicativo de que o acordo possa ser fechado em breve. Em função disso, o órgão de trânsito prefere não estipular um prazo para oferecer o serviço.
O sistema de botão do pânico foi instalado em 2,8 dos 3,924 táxis de Porto Alegre. A EPTC já conseguiu localizar veículos levados pelos criminosos em função do equipamento de GPS instalado junto com o sistema de alerta. O localizador serve também para monitorar o serviço oferecido pela Prefeitura por meio de permissionários autorizados pelo poder público.
Sistema de botão de pânico em táxis depende de parceria com a BM
Previsto para iniciar junho, não há prazo para o serviço passar a ser oferecido oficialmente