A dupla alegou que trabalhava para uma empresa terceirizada na prestação de serviços ao banco e realizaria uma manutenção nos equipamentos. O gerente da agência bancária compareceu no local e desconhecia qualquer trabalho previsto neste sentido, lembrando que é preciso ter uma ordem de serviço com sua assinatura. A Polícia Civil foi acionada.
O delegado Roger Spode Brutti acompanhou pessoalmente toda a ocorrência. Segundo ele, uma ligação telefônica, recebida na manhã de ontem na DP de Torres, indicava que a suposta ordem de serviço seria mostrada para comprovar a veracidade das informações da dupla. No início da tarde, o delegado ainda não havia recebido nada. Mesmo que aparecesse alguma documentação, Roger Spode Brutti cogitava manter a dupla presa pois a mesma estava em frente de um banco que soou o alarme ao ser violado e portava ainda ferramentas típicas de arrombamento de caixas eletrônicos.
O delegado Juliano Ferreira, da DP de Roubos a Bancos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), de Porto Alegre, entrou em contato com o colega e também não descartava a possibilidade de que a dupla preparava o arrombamento.