O artefato foi encontrado por uma funcionária do instituto. Nilda Cunha, que trabalha há 50 anos como voluntária na instituição, é responsável pela triagem das doações no local, achou uma bolsa preta com peças que identificam uma bomba relógio. "É uma bolsa preta, que estava meio descascada. Levantei ela e vi uma banana de dinamite, um relógio e uma mola. Eu simplesmente larguei o objeto e acionei a Brigada Militar", contou em entrevista à rádio Guaíba.
De acordo com o major Jorge Renato Maya, existe a possibilidade de que o artefato tenha mais de uma banana de dinamite. "Até onde sabemos, são oito bananas. Elas estão acopladas a um dispositivo que tem um relógio, que está funcionando. O Gate está aí para, se necessário, realizar a detonação de forma segura", explicou.
Maya afirmou que a Brigada Militar ainda não tem ideia de quem poderia ter deixado a bolsa com o suposto explosivo. "Acreditamos que a pessoa quis se desfazer do dispositivo."