Termina na próxima semana o prazo que a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) deu para quatro empresas darem o retorno quanto ao projeto do Governo – uma delas deve ser a fornecedora das tornozeleiras eletrônicas para a vigilância de presos dos regimes semiaberto e aberto. Já foi remetido um documento para que os empresários conheçam o tipo de tecnologia que a Susepe pretende utilizar e, também, para que as empresas façam suas sugestões, caso necessário.
A ideia, de acordo com a Susepe, é começar o monitoramento eletrônico de 600 ou até mil detentos nos primeiros seis meses de projeto. Depois, a meta é ir aumentando gradativamente, ano a ano, o número de presidiários até atingir a marca de cerca de 5 mil pulseiras.
Susepe espera retorno de fabricantes de pulseiras eletrônicas
Idéia é começar o monitoramento eletrônico de 600 ou até mil detentos nos primeiros seis meses de projeto