Polícia

Susepe explica cancelamento de audiência com réus da quadrilha dos caminhões

Presos e outras duas testemunhas não compareceram à audiência em Canoas

A audiência de instrução no processo que apura a atuação de quadrilha acusada do furto de 98 caminhões na região Metropolitana e Vale do Sinos, marcada para a manhã desta terça-feira, em Canoas, foi suspensa. De acordo com o Judiciário, além de a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) não apresentar os réus, o policial civil convocado para depor como testemunha de acusação alegou estar em férias.

A Susepe explicou que os réus da quadrilha dos caminhões não foram levados à audiência dessa manhã, em Canoas, porque não havia agentes disponíveis. O judiciário lamentou a suspensão do procedimento.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Susepe informou que os servidores estavam prestando auxílio à Polícia Federal na escolta de um preso que veio da Penitenciária de Alta Segurança de Catanduvas, no Paraná (o nome do apenado e o crime cometido não foram revelados). Além disso, outros 10 agentes foram cedidos para a Operação Golfinho. A superintendência também informou que outras audiências estavam sendo realizadas no momento, e os agentes precisavam levar detentos para esses locais. 

A audiência de instrução no processo que apura a atuação de quadrilha acusada do furto de 98 caminhões na região Metropolitana e Vale do Sinos, marcada para a manhã de hoje, em Canoas, foi suspensa. De acordo com o Judiciário, além de a Susepe não apresentar os réus, o policial civil convocado para depor como testemunha de acusação alegou estar em férias.

A outra testemunha não foi localizada. Foram denunciados 18 homens, mas dois réus foram mortos.

“Mesmo que se faça todo o esforço para agilizar o julgamento, esse é mais um problema que atrasa a tramitação”, lamentou o juiz da 4ª Vara Criminal de Canoas, Paulo Irion.