O delegado responsável pelo caso Arthur Raldi afirmou que o assassinato não foi um latrocínio e sim uma suposta vingança. “Segundo a investigação, três indivíduos teriam chegado – uma mulher e dois homens – em um ponto de táxi e solicitado uma corrida, mas os taxistas teriam se negado a fazer. Essas pessoas teriam avisado que iriam voltar para se vingar, o que de fato aconteceu. Passou um veículo com esses indivíduos e efetuou os disparos", explicou.
Além de Silva, outras duas pessoas foram baleadas no ponto de táxi no bairro Jardim Planalto, zona Norte de Porto Alegre. O colega dele Assis Brasil Martins Borges, 52 anos, foi atingido na perna. Guilherme Karoly, 20 anos – um amigo dos motoristas que estava no local – também foi ferido.
Um suposto cúmplice do suspeito segue foragido. "Estamos em busca do comparsa. Ele possui mandado de prisão preventiva em aberto", disse o delegado. A arma do crime, que seria uma pistola, também não foi localizada.