O detido afirmou que dirigia o veículo que trouxe o jovem até Sapucaia do Sul, onde ele ficou em cárcere privado. Já o segundo preso, negou ter participação no crime, mas, segundo a delegada, seu depoimento foi repleto de contradições. Ele seria o dono do automóvel que fez o translado de Machiavelli.
Os veículos utilizados no crime, um Gol e um Golf, também foram periciados. Os dois carros tinham marcas de sangue. No primeiro, foi necessário uso de luminol para constatar os vestígios. Outros materiais genéticos encontrados foram fios de cabelo. A delegada Sabrina afirmou que o material foi encaminhado para Porto Alegre para análise de DNA. O trabalho será para confirmar que os dois veículos foram utilizados para o crime. A polícia já identificou um dos outros envolvidos e tem informações que indicam que é o quarto participante.
Na quarta, a Polícia Civil realizou uma reconstituição do local do primeiro cativeiro. Segundo a delegada Sabrina, o jovem confirmou a área como local do crime. No ponto, na Vila Hilda, foram encontradas duas moedas que o adolescente lembrou terem caído do seu bolso.