De acordo com a denúncia da promotora de Justiça Claudia Ferraz Rodrigues Pegoraro, ela e outro adolescente estariam mantendo relações sexuais na Casa do Menor quando a vítima passou nas proximidades, fazendo barulho. Temendo que a vítima atraísse a atenção de outras pessoas, ela teria impedido que ele deixasse o local. Então o adolescente com quem ela estaria teria atingido o homem com dois golpes na cabeça com uma barra de ferro. Ele morreu devido a hemorragia e edema cerebral causadas pelo traumatismo craniano.
O adolescente supostamente autor do crime responde a outros processos. Nessa sexta-feira, a Promotoria de Justiça acrescentou dois novos atos à representação que há contra ele, que está internado provisoriamente na Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase).
Em outra denúncia do Ministério Público, a técnica em enfermagem é acusada de cometer 17 estupros de vulnerável ou tentativas de estupros na Casa do Menor Novo Amanhecer. Os crimes teriam sido cometidos com o mesmo adolescente que teria participado do assassinato. Segundo a promotora, a ré deu cobertura para que o jovem estuprasse vítimas com idades entre dez e 16 anos, que não conseguiam fugir do local.