A Justiça já negou uma liminar com o segundo pedido de liberdade a Elize em 22 de junho. O primeiro pedido feito pela defesa foi negado no dia 12 de junho. Entre 19 e 20 de maio, Elize matou e esquartejou o marido, diretor executivo da Yoki, no apartamento onde os dois moravam, na zona oeste de São Paulo. A acusada confessou o crime.
Câmeras de segurança instaladas dentro dos elevadores do prédio flagraram Eliza saindo do apartamento com três malas. Segundo depoimento da própria acusada, os objetos foram abandonados na Rodovia SP 127. Dentro delas estavam as partes do corpo do marido. Para o diretor do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), delegado Jorge Carrasco, Elize fez tudo sozinha.
A mulher está detida no Presídio Feminino do Tremembé desde o dia 20 de junho. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) de Cotia confirmou que o empresário foi decapitado ainda com vida por Elize. O documento atesta que o executivo foi morto por tiro associado a "asfixia respiratória por sangue aspirado devido à decapitação". Ela é acusada de homicídio doloso triplamente qualificado e ocultação de cadáver.