Dos oito réus, apenas o presidente municipal do PTB, José Carlos Brack, não está preso. Eliseu Santos foi morto em fevereiro após sair de um culto religioso no bairro Floresta, em Porto Alegre. De acordo com o MP, ele foi executado por ter identificado irregularidades na segurança em postos de saúde e rompido o contrato com a empresa Reação, que era responsável pelo trabalho.
Testemunhas de acusação depõem sobre assassinato de Eliseu Santos
Ex-secretário da Saúde de Porto Alegre foi morto a tiros em fevereiro
Três testemunhas arroladas pelo Ministério Público (MP) depõem na 1ª Vara do Júri da Capital sobre o assassinato do ex-secretário municipal da Saúde Eliseu Santos, nesta sexta-feira. O advogado Marcus Vinícius Barrios, que defende Marcelo Pio, apontado com um dos mandantes do crime, aguarda o despacho do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o pedido de habeas corpus. “Acredito que as testemunhas não irão acrescentar em nada a tese de crime de mando, nem mesmo comprometer a inocência do meu cliente”, disse.
Dos oito réus, apenas o presidente municipal do PTB, José Carlos Brack, não está preso. Eliseu Santos foi morto em fevereiro após sair de um culto religioso no bairro Floresta, em Porto Alegre. De acordo com o MP, ele foi executado por ter identificado irregularidades na segurança em postos de saúde e rompido o contrato com a empresa Reação, que era responsável pelo trabalho.
Dos oito réus, apenas o presidente municipal do PTB, José Carlos Brack, não está preso. Eliseu Santos foi morto em fevereiro após sair de um culto religioso no bairro Floresta, em Porto Alegre. De acordo com o MP, ele foi executado por ter identificado irregularidades na segurança em postos de saúde e rompido o contrato com a empresa Reação, que era responsável pelo trabalho.