Os promotores do Ministério Público tentam comprovar, através dos testemunhos, que o assassinato de Santos foi premeditado, uma vez que o ex-secretário estaria tentando barrar casos de corrupção e pagamento de propina na Secretaria da Saúde. Entre os acusados do caso, estão o presidente municipal do PTB, José Carlos Brack, que responde em liberdade, e representantes da empresa Reação, responsável pela segurança nos postos de saúde de Porto Alegre.
Eliseu Santos foi morto a tiros no início do ano no bairro Floresta. Na semana passada, os advogados de defesa conseguiram adiar a segunda audiência ao alegarem ao Judiciário que não dispunham de documentos referentes ao processo.