Polícia

Testemunhas reconhecem suspeito de matar líder comunitário

Polícia Civil deve pedir prisão preventiva do homem que foi preso no sábado

Duas testemunhas que estavam no galpão de reciclagem quando o líder comunitário Léo Antônio Genvêncio Maciel foi morto no começo do mês reconheceram o suspeito do homicídio, nesta segunda-feira, na Delegacia de Homicídios da Capital. Maciel era presidente da Associação dos Moradores da Vila Chocolatão e pode ter sido morto por vingança. Ele seria contra as atividades de um traficante na vila.

O suspeito foi preso no sábado à tarde por alunos do curso de soldado da Brigada Militar, após uma tentativa de assalto no Centro de Porto Alegre. Ele estava com a prisão temporária decretada pela Justiça e, após a prisão, a Polícia deve pedir a preventiva.