Segundo a denúncia, os advogados auxiliaram os traficantes presos a se comunicarem com a quadrilha por meio de bilhetes e recados. O MP os denunciou por associação para o tráfico e por colaborarem como informantes dos detidos. Luiz Fernando, Beatriz e Flávia teriam orientado a prática dos crimes ocorridos no Rio a partir de 20 de novembro e a logística desses ataques, sugerindo a queima, com material inflamável e explosivo, de veículos públicos e privados e de estabelecimentos comerciais.
Os advogados tinham livre acesso às dependências da Penitenciária de Catanduvas, no Paraná, e mantinham conversas sigilosas e regulares com os presos.