Raldi destacou que o homicídio do jovem em maio de 2010 teria ocorrido a partir do desentendimento com um dos presos. “Esse homem se intitulava o dono da Ilha dos Marinheiros e instalou diversos quebra-molas, revistava todos os carros que passavam por ali. Em determinado momento, a vítima discutiu com esse patrão e um dos soldados dele acabou executando.”
O delegado contou que os moradores tinham medo de testemunhar contra os suspeitos e que, somente no mês passado, a polícia conseguiu tomar depoimentos e obter os mandados. Ele disse que, além de munições, os agentes apreenderam um bastão que servia para "aterrorizar as vítimas”. O objeto será encaminhado ao Departamento de Criminalística, que irá analisar se há vestígios de sangue.
Um dos presos morava em um confortável sítio, de acordo com o policial, e tinha um barco com diversos compartimentos. A suspeita é de que a embarcação servia para transportar drogas e para esconderijo de criminosos.