Rafael Martin da Silva foi condenado a 16 anos de prisão; John da Rosa Macedo, também a 16, e Alexandre Pereira Monteiro, a 20 anos em regime fechado. Todos foram condenados por homicídio triplamente qualificado – motivo torpe, meio cruel e que dificultou ou tornou impossível a defesa da vítima, morta com 12 tiros. Merib foi executado em 17 de abril de 2010, um domingo, por volta das 6h15min.
Segundo relatos de testemunhas, o preso havia saído da penitenciária às 6h da manhã e foi perseguido por quatro homens. Ele tentou se refugiar no Hospital Geral (HG), localizado em frente ao presídio, mas foi perseguido e morto dentro de um banheiro junto à recepção do pronto-socorro.
Merib cumpria pena por receptação e furto qualificado. Durante a semana ele saía da cadeia para trabalhar como gesseiro.