A vítima estava com um torrão de terra na boca e amordaçada com um pano para que não gritasse. Além disso, tinha as mãos amarradas e estava coberta com roupas velhas. Ela foi socorrida e conduzida para o hospital, onde ficou em observação.
Segundo a delegada Raquel Kolberg, ela revelou o nome de autor do crime, que também jogou Carmem no rio. Os motivos ainda não foram esclarecidos. A polícia suspeita que, ao perceber a aproximação de viatura da Brigada Militar, o homem fugiu e não teve tempo de jogá-la na água.
Um homem que passava pelo mato viu que o barraco onde Carmem morava estava destruído. Ele teria visto o homem levá-la até o rio e avisou a Brigada Militar. Carmem foi encontrada morta, boiando nas águas, com as mãos amarradas com fios de nylon e de rede elétrica e os pés atados com uma blusa. Uma corda prendia as mãos aos pés. Ela apresentava ferimentos no rosto.
Quando a perícia estava quase concluída, um moto boy que acompanhava os trabalhos dos peritos ouviu gemidos no mato, e desta forma a polícia chegou à segunda vítima. A polícia procura o homem apontado como autor do crime.