Política

“É surreal”, diz procuradora sobre alagamento de gabinete

Rompimento de cano no Ministério da Fazenda causou prejuízos e transtornos

Funcionários limpam água das salas
Funcionários limpam água das salas Foto : Elza Fiúza / ABr / CP
A procuradora-geral da Fazenda Nacional, Adriana Queiroz de Carvalho, lamentou os prejuízos com o alagamento do gabinete dela no edifício-sede do Ministério da Fazenda, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, ocorrido na madrugada desta sexta-feira. “É surreal. É lamentável o que aconteceu. O estrago foi grande. Encharcou todo o carpete. Os computadores, a gente levantava e jorrava água. Tem ainda o valor sentimental. Meus livros com dedicatórias foram destruídos. Tivemos que ir para outra unidade [fora do edifício-sede] e desviar a rede de computadores para esse lugar”, disse.

O rompimento de um cano no nono andar do prédio, que está em reforma, provocou o alagamento dos três últimos andares do ministério. De acordo com Adriana, os prejuízos não foram apenas materiais.

Segundo a procuradora, os responsáveis pela obra prometeram entregar o gabinete em condições de trabalho na Quarta-Feira de Cinzas. Com o rompimento do cano, a água invadiu alguns gabinetes do oitavo e do sétimo andares, onde trabalha parte das autoridades do primeiro escalão do ministério, incluindo o secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto. Mas a Receita informou que a documentação do órgão foi preservada.

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