Política

Aécio Neves é reeleito para presidir o PSDB

Senador mineiro foi eleito quase de forma unânime em convenção neste domingo

Senador mineiro foi eleito quase de forma unânime em convenção neste domingo
Senador mineiro foi eleito quase de forma unânime em convenção neste domingo Foto : Gustavo Serebrenick / Folhapress / CP
Reeleito neste domingo para a presidência nacional do PSDB, em convenção nacional do partido, o senador Aécio Neves (MG) pediu a união em torno dos partidos de oposição e defendeu a retomada do crescimento econômico como saída para a crise. O tucano recebeu 99,34% dos votos para cumprir mais um mandato de dois anos.

Aécio lembrou os princípios defendidos pelo partido: “Reafirmo a base do nosso ideário, como a defesa das liberdades, a vigência do Estado de Direito, a autonomia das instituições e a busca incessante pela retomada do crescimento econômico, com o equilíbrio das contas públicas e a inclusão social. A lei é para todos e deve ser aplicada, doa a quem doer. Os órgãos de fiscalização e controle devem ser fortalecidos, sobretudo agora, quando são atacados por quem deveria defendê-los”, disse em discurso.

“Nós temos a responsabilidade de defender o interesse público, propor medidas para estimular a criação de emprego. Defendemos também uma reforma política que diminua o número de partidos”, destacou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Segundo o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o país vive uma sucessão de crises que “exige resposta pela união em torno das forças da oposição”. “Temos a responsabilidade de dizer qual o rumo que vamos tomar, mantendo a democracia e o crescimento econômico”.

A nova comissão executiva do PSDB terá como secretário-geral o deputado federal Silvio Torres (SP) e, como vice-presidentes os senadores Aloysio Nunes Ferreira (SP), Tasso Jereissati (CE), Flexa Ribeiro (PA), os deputados federais Giuseppe Vecci (GO), Bruno Araújo (PE) e Mariana Carvalho de Moraes (RO) e o ex-governador de São Paulo Alberto Goldman.

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República disse que o governo não deve se pronunciar.