Além disso, o MP também pediu a suspensão de médicos, enfermeiros, dentistas e agentes comunitários até o dia 1º de janeiro de 2012. A medida, segundo o MP, foi tomada devido a comprovação de que o prefeito, Décio Antônio Colla, nomeou pessoas de seu interesse e de forma ilícita para diversos cargos no município desde 2006. Ele rebateu a denúncia e critícou a Instituição. Segundo ele, "o MP tem o costume de se meter onde não foi chamado".
No início da semana, o Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento do Estado (Sindiágua) denunciou problemas no abastecimento e distribuição, que foram municipalizados em fevereiro. De acordo com o sindicato, uma empresa de coleta de lixo estaria fornecendo água em São Francisco de Paula, que chega completamente imprópria para o consumo dos moradores. Análises feitas com amostras comprovam o problema, que acontece há pelo menos uma semana, segundo os moradores.
Décio Antônio Colla atacou os sindicalistas e afirmou que "os representantes do Sindiágua formam uma máfia". O presidente do Sindiágua, Rui Porto, se defendeu e disse que "as atitudes do prefeito são totalmente irresponsáveis". Após analisar explicações da prefeitura sobre os problemas, a Justiça cassou a liminar que dava ao município o direito de distribuição. A Corsan deve voltar, nos próximos dias, a administrar o serviço.